ASFAB realiza plenária regional para discutir  reformas trabalhista e  da previdenciária em Brumado

ASFAB realiza plenária regional para discutir  reformas trabalhista e  da previdenciária em Brumado

A Associação de Agricultores Familiares Camponeses da Bahia (ASFAB), realizou, na sede do Partido dos Trabalhadores, no dia  22 de julho, em Brumado, a plenária regional  para discutir as reformas trabalhista e da previdência. A atividade, que reuniu 11 municípios dos territórios Sertão Produtivo e o Território de Vitoria da Conquista, contou com a participação do professor e historiador, o  deputado federal Afonso Florence (PT/BA), além da presença de lideranças, segmentos da sociedade organizada, poder público, associações, sindicatos dos trabalhadores rurais, vice-prefeitos, prefeitos, vereadores, movimentos sociais.

Para Florence,  as reformas trabalhista e da previdência, impostas pelo presidente golpista Michel Temer, retiram e golpeiam o povo trabalhador desse país.  Por votos 296 a 177, a Câmara dos Deputados aprovou o texto principal do projeto que mais retira direitos dos trabalhadores em toda história.

Florence pontuou os impactos para classe trabalhadora. “O projeto de lei do Deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), já sancionada pelo golpista Michel Temer, precariza em mais de 200 dispositivos direitos como férias, 13º, hora extra, horas semanais, acordo coletivo, acesso à justiça trabalhista, dentre tantos outros direitos”.

Na oportunidade, o parlamentar reiterou a importância de povo ir às ruas contra a retirada de direitos, além de lutar pelas eleições diretas. “Não podemos aceitar que a reforma da previdência seja aprovada e para isso, precisamos dizer não a este presidente golpista. Nenhum direito a menos”, finalizou.

Marcio Aguiar, da ASFAB, destacou a importância da plenária, realizando o chamamento das lideranças  e todos os segmentos da sociedade pra discutir  o momento que o país está vivendo. “Os nossos direitos em todos os setores, duramente conquistados pelo povo brasileiro, estão sendo destruídos como moeda de troca entre grupos minoritários, com acumulação do capital que só visa lucro e assola a vida dos nossos  trabalhadores”, finalizou.

 

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